Universo
 Sistema Solar
 Ar
 Água
 Solo
 Ecologia
 Seres Vivos
 Reino dos Animais
 Reino das Plantas
 Corpo Humano
 Mais Conteúdos [+]

 Seres Vivos
 Os Vírus
 Reino Monera
 Reino Protista
 Reino Fungi
 Reino Plantae
 Genética
 Citologia
 Biotecnologia
 Mais Conteúdos [+]

 Exercícios Resolvidos
 Provas de Vestibular
 Simulados On-line

 Laifis de Biologia
 Área dos Professores
 Fórum de Discussão
 Glossário Biológico

 Jogos de Ciências
 Biokids
 Macetes

 Jornal Só Biologia
 Curiosidades
 Dicas de Etiqueta
 Grandes Cientistas
 Indicação de Livros
 Fale Conosco

 
Busca Geral

 

 

Os elementos esqueléticos das esponjas podem ser de dois tipos básicos:

  • Fibras proteicas – formadas por uma proteína córnea designada espongina, uma substância insolúvel e resistente á digestão por enzimas proteolíticas. A espongina dispõe-se irregularmente no mesênquima;
  • Espículas minerais– estes elementos podem ser compostos por dois tipos de minerais:
  • Carbonato de cálcio– espículas formadas por CaCO3, podem apresentar formas variadas, desde simples eixos rectos a formas complexas e ramificadas;
  • Sílica– espículas formadas principalmente por H2Si3O7, são geralmente complexas e podem fundir-se, originando uma estrutura relativamente sólida nas chamadas esponjas-de-vidro. 
 

 

 

A reprodução das esponjas pode ser assexuada, por brotamento ou gemulação, originando colônias de grandes dimensões.

Este tipo de reprodução ocorre por agrupamento de amebócitos e outras células não diferenciadas que se isolam e elaboram uma espessa membrana protetora contendo espongina e espículas. Isto acontece à medida que a esponja morre e se desintegra.

 

Essas gêmulas, formadas principalmente em épocas de condições ambientais defavoráveis, são verdadeiras formas de resistência - persistem longo tempo no ambiente e ficam em estado de repouso metabólico até que as condições externas ambientais voltem ao normal.

Nesse momento, a espessa membrana é rompida e as células retomam a atividade normal e reorganizam uma ou mais novas esponjas.

 

A reprodução por brotamento é a forma mais comum de reprodução assexuada. A partir desse processo, uma esponja produz brotos, que se desenvolvem a partir da esponja-mãe. Esses brotos podem ficar ligados uns com os outros, organizando uma colônia.

A reprodução sexuada é bastante peculiar, principalmente a nível do desenvolvimento larvar. 

As esponjas podem ser monóicas (hermafroditas) ou dióica (sexos separados), permanecendo os óvulos na mesogleia e sendo os espermatozóides libertados para o espongiocélio e daí para o exterior.

Os óvulos têm origem em amebócitos e os espermatozóides podem ter origem em amebócitos ou coanócitos. Se estes espermatozóides encontrarem outra esponja da mesma espécie, ocorrerá a fecundação e formar-se-á um zigoto. 

A fecundação é geralmente interna. O zigoto vai originar uma larva nadadora designada anfiblástula, não mais que uma pequena bola de células flageladas do tipo coanócito. 

Esta larva liberta-se do corpo da esponja-mãe e sai pelo ósculo, acabando por se fixar a um substrato e sofrer uma inversão, em que as células flageladas migram para o interior da bola e as achatadas para o exterior.

Por este motivo, diz-se que o desenvolvimento é indireto neste filo.

 

 

 

 

 

 

Mais produtos

 

Sobre Nós | Política de Privacidade | Contrato do Usuário | Fale Conosco

Copyright © 2008 - 2012 Só Biologia. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Grupo Virtuous.